“O conceito de escrever bem varia conforme o tempo. Segundo Carlos Drummond de Andrade, escrever bem é cortar palavras e, se observarmos certos contistas modernos, parece que Drummond tem razão: de fato, palavras em excesso são um pecado mortal”. (Redação em Construção, p. 20)
O segmento abaixo que mostra o pecado de escrever com um pleonasmo vicioso é:
A frase em que a palavra sublinhada NÃO corresponde a uma
forma diminutiva é:
“Aborígine é a maneira pejorativa com que os conquistadores chamam os donos da propriedade”. (Millôr Fernandes)
Essa frase mostra a possibilidade linguística de designarmos uma
realidade qualquer de forma neutra/positiva ou negativa; a opção
a seguir em que os dois vocábulos podem ser considerados
comparativamente de valor negativo é:
O adjetivo grande é amplamente utilizado, mostrando um
significado demasiadamente geral. Nas frases a seguir,
substituímos esse adjetivo por outro de valor semântico mais
específico; a frase em que essa substituição NÃO está adequada
ao contexto é:
Após o trágico incêndio do Museu Nacional do Rio de Janeiro, numa reportagem sobre o tema do jornal O Globo apareceu a seguinte manchete:
Sobe a pressão.
MPF tenta fechar seis museus.
Justiça exige medidas de segurança.
Sobre o conteúdo da manchete, é correto afirmar que:
Uma coluna jornalística apontava em setembro de 2018: “No primeiro semestre deste ano, os acidentes graves de trânsito no país causaram impacto de R$96,5 bi. É que foram registradas 19,3 mil mortes e 20 mil casos de invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho dessas vítimas caso não tivessem se acidentado”.
Os acidentes de trânsito são tratados, nesse segmento, com
o foco:
“A eleição presidencial costuma lembrar uma maratona. Os candidatos mais precavidos largam com quatro anos de antecedência. Cruzam o país, disputam convenções, constroem alianças. Quando a torcida se dá conta, já venceram a maior parte do percurso”.
Nesse texto do jornal O Globo há a comparação entre uma eleição e uma maratona.
As palavras do texto que confirmam essa comparação são:
“Quem tem 16 anos vai às urnas como vai ao shopping center”. (Ed Motta)
Essa frase denuncia uma série de defeitos do jovem como
votante; o único que NÃO pode ser deduzido dessa frase é:
Uma frase anônima mostrava o seguinte: “Arquiteto é um sujeito que pode melhorar o aspecto de uma casa velha falando do preço de uma nova”.
Essa frase critica um aspecto da profissão de arquiteto: