Em relação ao trabalho com as sequências didáticas, Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004) fazem, entre outras, a seguinte orientação metodológica:
De acordo com Irandé Antunes (2003), “toda atividade pedagógica de ensino do português tem subjacente, de forma explícita ou apenas intuitiva, uma determinada concepção de língua. Nada do que se realiza em sala de aula deixa de estar dependente de um conjunto de princípios teóricos, a partir dos quais os fenômenos linguísticos são percebidos e tudo, consequentemente, se decide”. Para a autora, a percepção dos fatos de linguagem a ser adotada na escola deve seguir uma tendência centrada na língua como
Ao discutir as concepções de literatura, Lígia Chiappini de Moraes Leite (in: Geraldi, 1997) afirma: “Parece-me importante, sobretudo nos primeiros anos de contato com os textos, exercitar a leitura e a escrita, para que a reflexão teórica e histórica sobre eles se dê a partir de uma vivência e do processo que os gera: o trabalho criativo com a linguagem, a prática da expressão livre”. Nessa perspectiva, a literatura
Marcos Bagno (2007) faz a seguinte comparação: “Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo...” Uma sequência coerente com esse pensamento, no que diz respeito ao ensino de língua materna, é:
Ao analisarem escrita e contextualização, Koch e Elias (2011) destacam o papel dos fatores prospectivos, “que permitem avançar expectativas sobre o conteúdo, o estilo, enfim, o teor do texto”. No caso da resenha, um fator prospectivo que cumpre a função descrita é
No ensino da formação e estrutura dos vocábulos da língua, com relação ao uso das palavras destacadas em “O longa finalmente concluído” (3o parágrafo), “o pançudo companheiro” (6o parágrafo) e “O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes” (10o parágrafo), é correto afirmar quanto aos vocábulos em destaque, respectivamente, que
Quando se analisam as classes de palavras, é muito importante que o trabalho docente reforce a sensibilidade dos alunos para a percepção dos usos contextualizados, permitindo-se o discernimento, sobretudo em relação a palavras cujas grafias semelhantes reportam a diferentes classes gramaticais, como o termo destacado em “entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga”, que é um
A autonomia profissional dos docentes desenvolve-se, de forma consciente e explícita, no contexto das relações, de proximidade e distância, com a sociedade variada e complexa. Com relação à autonomia profissional, Contreras (2002) apresenta três modelos de professores, sendo que o modelo de profissional intelectual crítico, em seu compromisso com a comunidade,
Assinale a alternativa correta quanto à regência padrão.
“O homem é o único animal que não aprende nada sem ser ensinado: não sabe falar, nem caminhar, nem comer, enfim, não sabe fazer nada no estado natural, a não ser chorar.”
Nesse segmento, o vocábulo sublinhado tem a função de