Para Weisz, quando a prática do professor está carregada da convicção de que seu papel é o de corrigir, fica claro que aprender significaria trocar repostas erradas por
respostas certas. Todavia, quando se compreende que
o papel do professor é o de atuar para que os alunos
transformem seus esquemas de interpretação, o erro ganha um novo contorno. Relativamente à intervenção do
professor sobre o erro, a autora entende que