Numa situação de aprendizagem desenvolvida em uma
turma de crianças de seis anos, nos primeiros dias do
ano letivo, a professora pede que as crianças digam palavras que do ponto de vista sonoro combinam com a
palavra “mamão”. As crianças respondem: “laranja, abacaxi, manga, banana” (Brasil, 2009). Acerca do desenvolvimento da consciência fonológica dessas crianças, a
partir da situação relatada, é correto afirmar que
Ferreiro e Teberosky (1999) afirmam que os alunos passam por um processo evolutivo na aquisição do conhecimento sobre leitura e escrita. Em relação a aquisição da escrita, segundo as autoras, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª coluna.
1ª COLUNA:
1. Escrita pré-silábica.
2. Escrita silábica.
3. Escrita silábico-alfabética.
4. Escrita alfabética.
2ª COLUNA:
⃣ Os grafismos da criança estão mais próximos às representações de letras, preocupação na quantidade e variedade mínima de grafismos para escrever.
⃣ Cada um dos caracteres da escrita da criança corresponde a valores sonoros menores que a sílaba.
⃣ Há correspondência entre signos/sinais gráficos e sonoros, utilizando um signo gráfico para representar uma sílaba.
⃣ Reprodução de traços típicos da escrita pela criança, com dificuldade de distinção entre escrita e desenho.
⃣ Momento de transição, onde a criança, reconhece a exigência mínima de caracteres, ou mesmo o valor fonético para diferentes letras.
A sequência CORRETA de cima para baixo é:
Para Ferreiro (1996) a leitura e escrita são sistemas construídos paulatinamente. As primeiras
escritas feitas pelos educandos no início da aprendizagem devem ser consideradas como produções de
grande valor, porque:
De acordo com suas experiências com crianças, Ferreiro (1999, p.44-7), esquematiza algumas
propostas fundamentais sobre o processo de alfabetização inicial. Entre as propostas de Ferreiro, não
se inclui:
Na proposta pedagógica para o ensino da linguagem
escrita em classes de crianças dos anos iniciais do ensino
fundamental, um determinado conceito, que tem bastante
importância, diz respeito ao exercício efetivo e competente
da escrita e implica habilidades, tais como a capacidade
de ler e escrever para informar ou informar-se, para interagir, para ampliar conhecimento, capacidade de interpretar
e produzir diferentes tipos de texto, de inserir-se efetivamente no mundo da escrita etc. Esse é o conceito de
A professora Carla leciona em uma turma de primeiro ano
no município de São José dos Campos, sendo que a maior
parte de seus alunos não está alfabetizada. Certo dia, Carla
propôs às crianças a escrita de uma lista com os nomes
das frutas preferidas. Como os alunos ainda não sabem ler
ou escrever de forma convencional, cada criança deveria
escrever do jeito que imagina. Weisz (2000) argumenta que
ao propor que uma criança não alfabetizada se arrisque a
escrever do jeito que imagina, o professor está
No livro Ler e escrever na escola: o real, o possível e o
necessário, Lerner dedica um capítulo para discutir como
transformar o ensino da leitura e da escrita na escola.
A autora apresenta desafios que implicam uma mudança profunda nas práticas escolares. Segundo Lerner, um
desses desafios é