Questões de concursos

Filtrado por:
As alterações serão aplicadas ao filtrar.
Encontradas 3605 questões

Leia as afirmativas a seguir:


I. Os Parâmetros Curriculares Nacionais não propõem o trabalho com temas transversais.

II. A concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o socioeconômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade não é um princípio básico da educação ambiental.


Marque a alternativa CORRETA:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Leia as afirmativas a seguir:


I. Cabe aos docentes cumprir o plano de trabalho, preservando os direitos do educando e seguindo a proposta pedagógica da escola municipal.

II. Cabe aos docentes colaborar com as atividades de articulação da escola com a comunidade.


Marque a alternativa CORRETA: 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Comunicação


Luís Fernando Veríssimo


        É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?

        “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

        “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”

        “Pois não?”

        “Um... como é mesmo o nome?”

        “Sim?”

        “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima”.

        “Sim senhor.”

        “O senhor vai dar risada quando souber.”

        “Sim senhor.”

        “Olha, é pontuda, certo?”

        “O quê, cavalheiro?”

        “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

        “Infelizmente, cavalheiro...”

        “Ora, você sabe do que eu estou falando.”

        “Estou me esforçando, mas...”

        “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?”

        “Se o senhor diz, cavalheiro.”

        “Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero.”

(Crônicas 06. São Paulo: Ática, 2002. p.28-29. Série Para gostar de ler. Fragmento)

Ansioso por ser compreendido, o personagem tenta explicar da melhor forma seu pedido. A expressão assim, assim revela ao leitor que ele está

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

A expressão “a palavra me escapou” (7.º parágrafo), mantendo-se o mesmo sentido, poderia ser assim reformulada:

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Comunicação


Luís Fernando Veríssimo


        É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?

        “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

        “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”

        “Pois não?”

        “Um... como é mesmo o nome?”

        “Sim?”

        “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima”.

        “Sim senhor.”

        “O senhor vai dar risada quando souber.”

        “Sim senhor.”

        “Olha, é pontuda, certo?”

        “O quê, cavalheiro?”

        “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

        “Infelizmente, cavalheiro...”

        “Ora, você sabe do que eu estou falando.”

        “Estou me esforçando, mas...”

        “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?”

        “Se o senhor diz, cavalheiro.”

        “Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero.”

(Crônicas 06. São Paulo: Ática, 2002. p.28-29. Série Para gostar de ler. Fragmento)

O uso das aspas, no texto, poderia ser substituído adequadamente, sem prejuízo de sentido, por

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Comunicação


Luís Fernando Veríssimo


        É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?

        “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”

        “Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”

        “Pois não?”

        “Um... como é mesmo o nome?”

        “Sim?”

        “Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples, conhecidíssima”.

        “Sim senhor.”

        “O senhor vai dar risada quando souber.”

        “Sim senhor.”

        “Olha, é pontuda, certo?”

        “O quê, cavalheiro?”

        “Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?”

        “Infelizmente, cavalheiro...”

        “Ora, você sabe do que eu estou falando.”

        “Estou me esforçando, mas...”

        “Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?”

        “Se o senhor diz, cavalheiro.”

        “Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa, isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero.”

(Crônicas 06. São Paulo: Ática, 2002. p.28-29. Série Para gostar de ler. Fragmento)

Logo no início do texto, o narrador afirma que é importante saber o nome das coisas. Isso porque os nomes
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

O Sr. Pip


        Todo mundo o chamava de Olho Arregalado. Mesmo na época em que eu era uma garota magrinha de treze anos, eu achava que ele sabia do seu apelido mas não ligava. Os olhos dele estavam interessados demais no que havia lá em cima para reparar num bando de garotos descalços.

        Ele tinha o ar de alguém que tinha visto ou vivido um grande sofrimento e que não havia sido capaz de esquecê-lo. Seus olhos grandes na cabeça grande eram mais saltados do que os de qualquer pessoa – como se quisessem abandonar a superfície do rosto dele. Eles nos faziam pensar em alguém que está louco para sair de casa.

        Olho Arregalado usava o mesmo terno de linho todos os dias. As calças colavam nos seus joelhos ossudos devido à umidade. Tinha dias em que ele usava um nariz de palhaço. O nariz dele já era grande o suficiente. Ele não precisava daquela lâmpada vermelha. Mas, por motivos que não conseguíamos imaginar, ele usava o nariz vermelho em determinados dias que talvez tivessem algum significado para ele.

(Jones, Lloyd. O Sr. Pip. Trad. Léa Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. p.09. Fragmento)

Alterando-se a oração “As calças colavam nos seus joelhos devido à umidade” mantém-se a crase em

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

O Sr. Pip


        Todo mundo o chamava de Olho Arregalado. Mesmo na época em que eu era uma garota magrinha de treze anos, eu achava que ele sabia do seu apelido mas não ligava. Os olhos dele estavam interessados demais no que havia lá em cima para reparar num bando de garotos descalços.

        Ele tinha o ar de alguém que tinha visto ou vivido um grande sofrimento e que não havia sido capaz de esquecê-lo. Seus olhos grandes na cabeça grande eram mais saltados do que os de qualquer pessoa – como se quisessem abandonar a superfície do rosto dele. Eles nos faziam pensar em alguém que está louco para sair de casa.

        Olho Arregalado usava o mesmo terno de linho todos os dias. As calças colavam nos seus joelhos ossudos devido à umidade. Tinha dias em que ele usava um nariz de palhaço. O nariz dele já era grande o suficiente. Ele não precisava daquela lâmpada vermelha. Mas, por motivos que não conseguíamos imaginar, ele usava o nariz vermelho em determinados dias que talvez tivessem algum significado para ele.

(Jones, Lloyd. O Sr. Pip. Trad. Léa Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. p.09. Fragmento)

A narradora do texto afirma que “Eles nos faziam pensar em alguém que está louco para sair de casa”. (2.º parágrafo), ou seja, para ela os olhos da personagem revelavam

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

O Sr. Pip


        Todo mundo o chamava de Olho Arregalado. Mesmo na época em que eu era uma garota magrinha de treze anos, eu achava que ele sabia do seu apelido mas não ligava. Os olhos dele estavam interessados demais no que havia lá em cima para reparar num bando de garotos descalços.

        Ele tinha o ar de alguém que tinha visto ou vivido um grande sofrimento e que não havia sido capaz de esquecê-lo. Seus olhos grandes na cabeça grande eram mais saltados do que os de qualquer pessoa – como se quisessem abandonar a superfície do rosto dele. Eles nos faziam pensar em alguém que está louco para sair de casa.

        Olho Arregalado usava o mesmo terno de linho todos os dias. As calças colavam nos seus joelhos ossudos devido à umidade. Tinha dias em que ele usava um nariz de palhaço. O nariz dele já era grande o suficiente. Ele não precisava daquela lâmpada vermelha. Mas, por motivos que não conseguíamos imaginar, ele usava o nariz vermelho em determinados dias que talvez tivessem algum significado para ele.

(Jones, Lloyd. O Sr. Pip. Trad. Léa Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Rocco, 2007. p.09. Fragmento)

A expressão “ar de alguém” (2.º parágrafo) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Somos muitos ou somos poucos?


Contardo Calligaris


        Na sexta passada, imobilizado na av. Nove de Julho enquanto se aproximava a hora da sessão de cinema para a qual eu tinha adquirido meu ingresso, eu pensava que, decididamente, somos muitos. Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou numa ilha de Angra, já me aconteceu de pensar que somos muito poucos.

        No fim de semana, li o novo livro de Dan Brown, “Inferno”. O romance me divertiu menos do que “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”; mesmo assim, terminei em dois dias.

        O tema da vez é o crescimento demográfico. O vilão da história acha que o mundo tem um único problema sério: a humanidade está crescendo de tal forma que, em breve, sua subsistência se tornará impossível.

        Todas as inquietações ecológicas (a perspectiva da falta de água potável ou de alimentos, o aquecimento global etc.) seriam, de fato, consequências do crescimento enlouquecido de nossa espécie – fadada a desaparecer por seu próprio sucesso.

        Ora, enquanto Dan Brown me convencia de que somos muitos, a “Veja” de sábado passado publicou uma matéria de capa sobre as mulheres que decidem não ter filhos. O olho anunciava: “o número de famílias brasileiras sem filhos cresce três vezes mais do que o daquelas com crianças”.

        Em geral, quanto mais um povo se desenvolve cultural e economicamente (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido), tanto menor o número médio de filhos por família.

        Em conclusão, quem tem razão, “Veja” ou Dan Brown? Vamos desaparecer porque estamos crescendo demais? Ou vamos desaparecer por extinção, como os pandas, que deixaram de se reproduzir como deveriam?

(Folha de S. Paulo. Ilustrada. E-10. 30 maio 2013. Adaptado)

A frase “… (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido)…” (6.º parágrafo) apresenta-se como

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Somos muitos ou somos poucos?


Contardo Calligaris


        Na sexta passada, imobilizado na av. Nove de Julho enquanto se aproximava a hora da sessão de cinema para a qual eu tinha adquirido meu ingresso, eu pensava que, decididamente, somos muitos. Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou numa ilha de Angra, já me aconteceu de pensar que somos muito poucos.

        No fim de semana, li o novo livro de Dan Brown, “Inferno”. O romance me divertiu menos do que “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”; mesmo assim, terminei em dois dias.

        O tema da vez é o crescimento demográfico. O vilão da história acha que o mundo tem um único problema sério: a humanidade está crescendo de tal forma que, em breve, sua subsistência se tornará impossível.

        Todas as inquietações ecológicas (a perspectiva da falta de água potável ou de alimentos, o aquecimento global etc.) seriam, de fato, consequências do crescimento enlouquecido de nossa espécie – fadada a desaparecer por seu próprio sucesso.

        Ora, enquanto Dan Brown me convencia de que somos muitos, a “Veja” de sábado passado publicou uma matéria de capa sobre as mulheres que decidem não ter filhos. O olho anunciava: “o número de famílias brasileiras sem filhos cresce três vezes mais do que o daquelas com crianças”.

        Em geral, quanto mais um povo se desenvolve cultural e economicamente (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido), tanto menor o número médio de filhos por família.

        Em conclusão, quem tem razão, “Veja” ou Dan Brown? Vamos desaparecer porque estamos crescendo demais? Ou vamos desaparecer por extinção, como os pandas, que deixaram de se reproduzir como deveriam?

(Folha de S. Paulo. Ilustrada. E-10. 30 maio 2013. Adaptado)

O pronome sua, no 3.º parágrafo, remete a

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.
Texto associado

Somos muitos ou somos poucos?


Contardo Calligaris


        Na sexta passada, imobilizado na av. Nove de Julho enquanto se aproximava a hora da sessão de cinema para a qual eu tinha adquirido meu ingresso, eu pensava que, decididamente, somos muitos. Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou numa ilha de Angra, já me aconteceu de pensar que somos muito poucos.

        No fim de semana, li o novo livro de Dan Brown, “Inferno”. O romance me divertiu menos do que “O Código Da Vinci” e “Anjos e Demônios”; mesmo assim, terminei em dois dias.

        O tema da vez é o crescimento demográfico. O vilão da história acha que o mundo tem um único problema sério: a humanidade está crescendo de tal forma que, em breve, sua subsistência se tornará impossível.

        Todas as inquietações ecológicas (a perspectiva da falta de água potável ou de alimentos, o aquecimento global etc.) seriam, de fato, consequências do crescimento enlouquecido de nossa espécie – fadada a desaparecer por seu próprio sucesso.

        Ora, enquanto Dan Brown me convencia de que somos muitos, a “Veja” de sábado passado publicou uma matéria de capa sobre as mulheres que decidem não ter filhos. O olho anunciava: “o número de famílias brasileiras sem filhos cresce três vezes mais do que o daquelas com crianças”.

        Em geral, quanto mais um povo se desenvolve cultural e economicamente (ou seja, quanto mais um povo se parece com o Ocidente moderno e desenvolvido), tanto menor o número médio de filhos por família.

        Em conclusão, quem tem razão, “Veja” ou Dan Brown? Vamos desaparecer porque estamos crescendo demais? Ou vamos desaparecer por extinção, como os pandas, que deixaram de se reproduzir como deveriam?

(Folha de S. Paulo. Ilustrada. E-10. 30 maio 2013. Adaptado)

Ao refletir sobre o tema do texto, o autor emprega a expressão “Em compensação, sozinho, à noite, numa fazenda na região do Urucuia, em Minas Gerais, ou uma ilha de Angra…” (1.º parágrafo), pode-se afirmar que o termo em destaque tem função
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Numa questão que valia 3 pontos, as notas possíveis eram 0,0; 1,5 ou 3,0. O gráfico de setores mostra a distribuição percentual dessas notas entre os alunos de certa classe:

image

A nota média dos alunos dessa classe nessa questão foi

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

A figura mostra um painel decorativo colocado em uma das paredes da sala de artes de certa escola:

image

Observando-se os detalhes desse painel e as medidas associadas a ele, é correto afirmar que a área do trapézio indicado por T na figura é, em metros quadrados, igual a

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Uma folha retangular de cartolina mede 42 cm de largura por 66 cm de comprimento. De seus quatro cantos foram recortadas quatro regiões triangulares congruentes, conforme mostrado na figura. Após os recortes, a medida do perímetro dessa folha diminuiu, em relação à medida do perímetro original,

image
😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Em uma avaliação coordenada pelo professor de educação física, três alunos partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem um circuito oval. Mantendo ritmos constantes, o primeiro completa uma volta em 120 s, o segundo, em 108 s, e o terceiro, em 90 s. Depois de certo tempo, os três alunos se reencontrarão novamente no ponto de partida, pela primeira vez. Nesse momento, o aluno mais rápido terá completado um número de voltas igual a

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

A merendeira de certa escola infantil preparou dois recipientes contendo quantidades iguais de refresco, preparados com misturas de suco e água. Num dos recipientes, a proporção de suco para água é de um para dois, ou seja, uma parte de suco para duas de água, e no outro, é de um para quatro. Para servir, ela despejou totalmente os conteúdos dos dois recipientes em outro recipiente maior, inicialmente vazio. Na nova mistura formada, a proporção de suco para água é de

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Em uma reunião de pais e mestres, 15% dos pais chegaram atrasados. Sabe-se que 47 pais chegaram antes, e que os 140 pais restantes chegaram exatamente no horário estabelecido. Desse modo, pode-se afirmar que o número total de pais que participaram dessa reunião foi

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Em uma unidade de Educação Infantil, Lara, Joana e Paula cuidam, juntas, de 48 crianças. Sabe-se que Lara e Joana, juntas, cuidam de 28 crianças, que Joana e Paula, juntas, cuidam de 36, e que cada criança está sob os cuidados de apenas uma das três. Sabe-se também que a razão entre o número de meninas e o de meninos, nessa ordem, que estão sob os cuidados de Paula é de 2 para 3. Nesse caso, pode-se afirmar que o número de meninos cuidados por Paula é

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.

Uma folha de papel quadrada, de lado igual a 20 cm, totalmente branca de um lado e cinza do outro, foi dobrada duas vezes como indicado nas Figuras 1 e 2. O resultado obtido está indicado na Figura 3.

image

Após as dobraduras, a área da região cinza que ficou visível (Figura 3) é, em centímetros quadrados, igual a 

😭 Você errou!   Resposta: 😘 Parabéns! Você acertou!

Escolha quais comentários gostaria de ver

Carregando comentários dos alunos...
Carregando marcador...

MIA

Entenda a questão e transforme a dificuldade em um próximo passo de estudo.

Como a MIA pode ajudar?

🔒 Tire sua dúvidaDisponível nos planos pagos.
🔒 Plano de revisãoDisponível nos planos pagos.